quarta-feira, 26 de julho de 2017

O Sol e seus mistérios.

#UFRN lá lado a lado com o CfA-Harvard Smithsonian no release  "O Sol e seus mistérios".  Publicado  hoje 26.7.16  e divulgando nosso artigo publicado na SCIENCE com release do CfA.  Figure de  Ted Leandro. 

https://www.cfa.harvard.edu/news/2017-23

sábado, 8 de julho de 2017


  São Paulo, 7 de Julho de 2017 Via @estadão, Impresso.



Excelente matéria de Fábio de Castro, O Estado de S. Paulo

A UFRN em artigo do Jornal ESTADÃO, SP.Será  muito importante para nossa
instituição ver a bandeira do Brasil (e a nossa da UFRN)  voando com este
satélite em 2025.

http://ciencia.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-ajuda-em-caca-europeia-a-exoplanetas,70001881679


'Com participação direta de cientistas brasileiros, uma missão da Agência Espacial Europeia (ESA) vasculhará o espaço em escala sem precedentes, com o objetivo de descobrir planetas habitáveis em outros sistemas solares. Oficializada no fim de junho, a missão Trânsitos Planetários e Oscilações das Estrelas (Plato, na sigla em inglês) agora tem financiamento garantido - o orçamento é de US$600 milhões (R$ 2,27 bilhões) - e será lançada em 2025."

Saudações Astronomicas.

jose dias


 Outros links.

http://reformulations.blogspot.com.br/

http://astro.dfte.ufrn.br/plato-pt








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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Yes!!! Telescopio Espacial PLATO da ESA Selecionado!



 A EUROPA com o Satélite caçador de Planetas PLATO volta ao espaço. O no BRASIL  a UFRN é parte integrante desta missão !!!

Ontem após uma reunião do comité de programas da ESA (European Space Agency) foi anunciado  em definitivo um importante marco para a busca de exoplanetas. A  ESA através de sua mensagem  asseguram a continuação do plano ‘Cosmic Vision’ nas próximas duas décadas. Após uma fase de definição e estudos de três anos após a pré-seleção da missão em 2014, o PLATO agora é definitivamente apto para implementação (vejam nossa bandeira lá).



O satélite PLATO irá estudar Trânsitos planetários e oscilações nas estrelas como descrito já em  Fevereiro de 2014. Na reunião de ontem a decisão garante  que o satélite passa agora para o plano de construção. Nos próximos meses, a indústria será convidada para reuniões e discussões da construção, bem como da plataforma espacial.

Após o seu lançamento em 2026, o PLATO irá monitorar milhares de estrelas brilhantes em uma grande área do céu, procurando variações minúsculos do brilho e regulares causados pela passagem de planetas na frente das estrelas.

A missão terá uma ênfase especial na descoberta e caracterização de planetas  chamados de Super Terras e que orbitam  na zona habitável, isto é,  uma distância da estrela onde a água superficial existe na forma líquida.  O PLATO também investigará a atividade sísmica de algumas estrelas hospedeiras de planetas, e determinará suas massas, tamanhos e idades, ajudando a entender todo o sistema exoplanetário.  Recentemente o pós-doutorando Hugo Coelho aterrissou em Terras potiguares, no DFTE da UFRN proveniente da Universidade de Birmighan, (UK) onde fez o doutorado completo exatamente nesta linha que relaciona exoplanets - espectroscopia  - sismologia. O Dr. Hugo Coelho será um importante reforço para nosso grupo.

O Telescópio espacial PLATO operará a partir do ponto virtual "L2" no espaço a uma distância de 1,5 milhões  de km acima da Terra. O Nosso grupo de Astrofísica,  que estuda exoplanets  Estrutura & Evolução Estelar (G3) é oficialmente parte da missão.  Os professores   José-Dias do Nascimento Jr, Jefferson Soares  e Matthieu Castro (UFRN) juntamente com  Professores da USP e da U. Do Makenzie  fazem parte do board brasileiro do instrumento. 

 Para maiores Informações acessar o site do 







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sexta-feira, 31 de março de 2017

Afinal de contas o que estamos fazendo?

 



Radiação e ventos solares transformaram Marte num planeta frio e seco

Quatro bilhões de anos antes o Planeta Vermelho era capaz de abrigar vida


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/radiacao-ventos-solares-transformaram-marte-num-planeta-frio-seco-21138873#ixzz4cwcLhzUh
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Relação com o que estamos fazendo:


https://www.youtube.com/watch?v=vvPD8ajp6cs&feature=youtu.be

quinta-feira, 30 de março de 2017

Assinatura da perda atmosférica de Marte


Expectativa na revista Science que será publicada amanhã 31 de Março de 2017 e trará  artigo que trata de como foi difícil um ambiente habitável em Marte.  O artigo discutirá sobre as taxas de Argônio e tem relação direta com nossos resultados publicados ano passado sobre Kappa Ceti e o período  “infantil” do Sol e desaparecimento da Água e atmosfera Marciana devido a atividade Solar intensa.  Os isótopos do argônio fornecem uma assinatura robusta da perda atmosférica e neste caso o Sol foi a causa.

Argon Isotopes and a  Robust Signature of Atmospheric Loss Credit: NASA/JPL-Caltech


Na imagem de um estudo anterior motrado aqui, vemos  a proporção do isótopo argônio-36 sobre o isótopo árgon-38 mais pesado ao longo de várias medições.  O ponto mais a direita  é relacionado com a medição de  2013 da relação isotopica  na atmosfera de Marte, feita pelo espectrômetro no Sample Analysis at Mars (SAM)  seguindo o robô Curiosity Mars. Para comparação, mostra-se a medida anterior feita em Marte pelo projeto  Viking em 1976. O resultado do SAM está na extremidade inferior do intervalo de incerteza dos dados da Viking, mas é equivalente as medidas de  razões istotopicas do argônio medidas em  alguns meteoritos de Marte.  O valor determinado pelo SAM é significativamente menor que o valor do Sol, Júpiter e Terra, o que implica perda do isótopo mais leve em comparação com o isótopo mais pesado ao longo do tempo geológico. O fracionamento de isótopos de argônio fornece evidência clara da perda de atmosfera de Marte no mesmo periodo que a vida surgia na Terra.


Este perda de atmosfera foi provavelmente muito intensa quando o Sol tinha a mesma idade ou era mais novo que  Kappa Ceti que é uma copia do Sol jovem e para o qual  medimos e propomos um vento pelo menos 50 vezes mais intenso que o vento solar atual.  O resultado comprova nossas expectativas.

A não-detecção de vida em Marte é ponto importante na discussão sobre a vida na Terra. Vamos aguardar a publicação amanhã na Science para entender e saber mais sobre este tópico excitante.

 O astrofísico brasileiro José Dias do Nascimento Júnior (UFRN) discute resultado da Science no Jornal O GLOBO-RJ.


http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/radiacao-ventos-solares-transformaram-marte-num-planeta-frio-seco-21138873#ixzz4cwYLyLXZ


Afinal de contas o que estamos fazendo?

https://www.youtube.com/watch?v=vvPD8ajp6cs&feature=youtu.be